Desculpa...


Desculpa se olho-te profundamente, rente a pele, ao ponto de ver os teus ancestrais nos teus traços, ao ponto de ver a estrada muito antes dos teus passos... Eu não vou separar, as minhas vitórias dos meus fracassos, eu não vou renunciar a mim, nem uma parte, nem um pedaço, do meu ser, vibrante, errante, sujo livre, quente... Eu quero estar vivo, e permanecer olhando-te profundamente...

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