Perco-me sempre que me aprisiono ao passado. Perco o presente, a maior possibilidade de encontro com o que preciso e quero.
Perco-me até no presente quando o vivo intensamente e nem me dou conta do que está em torno dele.
Mas não desisto. Entre idas e vindas, perder, e encontrar-se é mesmo o movimento próprio do crescimento.




0 comentários:
Enviar um comentário