Perco-me sempre que me aprisiono ao passado. Perco o presente, a maior possibilidade de encontro com o que preciso e quero.
Perco-me até no presente quando o vivo intensamente e nem me dou conta do que está em torno dele.
Mas não desisto. Entre idas e vindas, perder, e encontrar-se é mesmo o movimento próprio do crescimento.

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