Foi mais do mesmo. Mais daquilo que se julga ser, tudo e nada mais é do que trémulas decorações, de uma vida que continua, a ser usada mas não partilhada, e nada aproveitada. Somos constantemente enganados, pelos sentidos, e pela enorme vontade de vermos nos pormenores, um bater de coração, que pouco mais é do que um movimento repetitivo, em tudo igual, ao pêndulo do relógio que nos anuncia a passagem de mais uma fronteira, sem que verdadeiramente tenhamos bebido tudo o que podíamos nos momentos por onde passamos apressados e egoístas...




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