Aprender a inocência quando julgamos nada mais ter a descobrir. Descer bem mais fundo quando pensavamos já lá ter estado e voltado para contar. Chorar bem mais forte quando as lágrimas que já vertemos nos pareceram um oceano. Sentir os arrepios mais frios quando a vida já nos tinha colocado um cobertor por cima. Voltar ao zero quando já estavamos bem perto do fim. Reformular o conceito de amor, quando a definição que tínhamos nos era perfeitamente suficiente. Sermos capazes de gritar depois de termos aprendido que a falar lá chegariamos. Pedirmos para recomeçar depois de envergonhadamente ficarmos a saber que nada fizemos. Lamentarmos que o centro do mundo tenha sido mal calculado.

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